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18 de março de 2015

Dica Produtiva - Como você se relaciona?

11 de março de 2015

Dica Produtiva - Doar Amor

2 de março de 2015

Dica Produtiva: Como ter Foco!


Clique aqui e ouça o Aúdio.



26 de fevereiro de 2015

Foco produtivo: um método simples para alta performance e saúde!


Temos inúmeros artigos e textos sobre como ter e manter foco e também como conquistar as metas desejadas! 

Naturalmente, eu poderia escrever mais um com todos os "jargões" que já li e aprendi, alguns bem chatos e autoritários.

Quero escrever algo simples e descomplicado. Normalmente o tema foco é tratado como se ele estivesse fora do profissional, quase como uma entidade, que acontece somente se você tiver uma determinada disciplina ou ele simplesmente desaparece.

A primeira transformação é encarar que sempre existe  "foco". Quando você mantém a meta, e faz todas as etapas para alcançá-la, o grande segredo da sua conquista foi ter foco para seguir e perceber as oportunidades durante esta jornada.

Quando você deixa de conquistar a meta você também teve foco, porém ele estava em outro lugar, diferente do que traria o resultado esperado. Quando consideramos essa variável, temos maior poder para direciona-lo a conquistar o que de fato queremos.

Segundo Bill George, professor da Harvard Business School, estudioso de métodos como a meditação que estimulam um foco produtivo, algumas ações são importantes para manter a concentração desejada como, por exemplo, esquecer coisas pouco importantes e focar com clareza nos assuntos relevantes. Quando o professor Bill sugere esquecer algo, significa que temos o foco dirigido para atividades ou assuntos de menor relevância comparado a atividades que estão ligadas a meta desejada.

Com isso, concluímos que temos através do nosso cérebro algumas estratégias que favorecem a utilização do foco produtivo. A primeira ação é identificar o que, na sua meta, é tão relevante para você profissionalmente. Dessa forma, o foco se volta para o que priorizamos. Quando o professor Bill convida a deixar de lado o que é de menor importância para concretizar a meta, significa que você soube analisar o que de fato é relevante.  

O cérebro é muito habilidoso em acatar o que determinarmos, basta colocar um filtro do que é mais interessante. Se a meta tem pouco fator estimulante, então o foco se voltará para outros assuntos como olhar seu Facebook, ler notícias na internet, fazer algo mais divertido.

É possível fazer isso de forma simples!

Ainda em Harvard a professora Francesca Gino, em parceria com dois outros professores, da Harvard Business School, estuda o impacto das palavras e como elas ajudam na construção de soluções, criatividade e em como ter foco.

As palavras são úteis no como direcionar o foco!

Quando definimos que “devemos fazer algo” essa meta será pouco estimulante, porque entra na nossa mente como uma limitação e logo, o desejo de mudar o foco acontecerá.

Pensando nos valores que acredita ser positivo, apaixonado e determinado é uma escolha que podemos fazer. O estímulo para ter foco passa por todos esses valores!


Então divirta-se colocando o foco onde você pode ter mais resultados!

Sobre a Autora:

Dra. Márcia Dolores Resende, formada em psicologia e com formação completa em PNL (NLP Health Certification Training), Hipnose Ericksoniana e EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing), sendo treinada por profissionais que possuem uma grande experiência e um conceituado trabalho como: Robert Dilts, Suzi Smith, Tim Halbom, Steve Andreas, Teresa Robles e Dr. Stephen Gilligan.


2 de fevereiro de 2015

Engenharia da Felicidade - Benefícios para profissionais de RH



Como se beneficiar com a felicidade? 

Conheça os benefícios para profissionais que atuam na área de Recursos Humanos, como se manter feliz no ambiente de trabalho ou melhor como se manter feliz no seu dia a dia, pois nada é mais importante do que a sua felicidade!





27 de maio de 2013

Amor contemporâneo: transformar a rejeição e a limitação para o amor




Para vivermos o amor, é essencial que haja autovalor, quando você desconhece seu valor tudo que vem de fora pode movimentar sua consciência do seu valor.

Quando me deparo com homens e mulheres vivendo conflitos nos relacionamento eles estão, na sua maioria, fundamentados em uma oscilação sobre o próprio valor e a comunicação do que se deseja ou do que se tem para ofertar.

Para construir uma relação de amor saudável é fundamental que as duas partes tenham saúde, a relação é direta, e saúde pode significar simplesmente saber seu autovalor.  O que você tem para ofertar é o quanto pode ser bom entregar livremente seu amor, sem relacionar a devolução com seu valor e, sim, com a capacidade do outro de receber e valorizar o que recebe.

Hoje sei que quando alguém está sem seu autovalor em equilíbrio, naturalmente fica limitante ao receber amor.  Se a pessoa acredita que merece só ausência de amor, significa que seu valor está em desequilíbrio.

Quando um casal estrutura esse ciclo de um invalidar o outro ou desconsiderar o amor que um tem para entregar ao outro, começa o jogo e a disputa de quem ganha.

É muito comum quando um parceiro se vê mais interessado quando ameaçado de perder o afeto da outra parte. Existe uma movimentação em direção a relação, como se ela adquirisse um valor maior, ou pela relação que parece impossível, a partir disso, pode ficar mais estimulante para alguns, que medem seu valor pelas conquistas.

Essa visão é um tanto infantil, a maior conquista no amor está dentro do seu ser, em saber seu real valor e o que  realmente você deseja para uma experiência de amor saudável, onde ambos possam ser apreciados e crescerem na forma mais linda que é a amorosa.

Novamente, essa é uma atitude de alguém que está com a consciência do seu autovalor, que entende que cada ser, quando está inteiro, consegue viver o melhor do amor, sem abrir mão do melhor que possui, sem ter que forjar nada só vivendo a composição que duas pessoas inteiras formam.

Ouço muitas pessoas afirmarem que na intimidade elas podem ser rude ou falar o que pensa sem zelo, costumo afirmar que essa atitude e ausência de autovalor, você abre espaço p ara ser mal tratado e com certeza acha isso normal.

Tratar o outro com gentileza, doçura, leveza e carinho são ações de pessoas com autovalor, que podem  fazer uma entrega de qualidade para si mesmo e automaticamente  para o outro também, e principalmente nas relações de amor.

Quando uma pessoa sabe e reconhece seu autovalor, ela pode valorizar o outro sem sentir que seu valor diminui, ao contrario, viver com pessoas que estão bem sendo quem são e sendo confiantes, só aumenta o ciclo produtivo.

Poder valorizar o outro com espontaneidade, sabendo que cada um é único, e que somos singulares, torna-se valioso cada um reconhecer suas habilidades e tudo de melhor que se tem.

O autovalor traz maior beneficio para um casal, ninguém quer mudar ninguém, há apreciação pela pessoa como um todo, sem fragmentá-la, existe uma visão de inteireza de si e do outro.

Isso possibilita respeito com a autenticidade do outro e, lógico, com a sua própria, para que haja um crescimento em conjunto e uma transformação idem em conjunto. Nada como estar junto de seu amor para desenvolver-se, fica divertido, prazeroso e contemporâneo.

Então, investir em conscientizar-se do seu autovalor para amar pode ser muito interessante, afinal, viver o amor é uma condição que nos faz sempre pessoas melhores!

Marcia Dolores Resende

23 de maio de 2013

Motivação.


Motivação é o que leva as pessoas a uma determinada ação. Trata-se de processo neurológico, que se inicia dentro de cada um. Nunca se valorizou tanto esse sentimento como nos dias atuais, principalmente se refletirmos sobre o mundo corporativo. Você sabe o que causa a valorização dessa competência?  A motivação ser a grande responsável pela sensação de querer avançar, abrir-se para desafios e ter vontade de inovar para conquistar resultados.

A motivação também aguça os nossos sentidos dando para a vida um colorido extra, som harmônico  e leveza  aos dias. Isso tudo fornece, a qualquer dia, uma excelente dosagem de otimismo, o que faz bem à alma, coração e corpo. Considero a motivação  no nosso organismo  como um belo combustível que nos impulsiona às conquistas, fazendo com que cada dia se torne uma oportunidade para viver o melhor, o melhor com você e para o mundo externo.
Quando estamos motivados, uma força interna apresenta-se, incessante, colaborando para mantermos o foco nos nossos objetivos e metas.

Colaborando com uma alta performance em todos os setores para onde levarmos essa forma de atuar .

Agora, mesmo diante de todos os benefícios da motivação, o que torna as vezes os seres humanos inábeis para produzirem esse bem tão precioso?
Pare por alguns segundos e penso o quanto você foi ensinado a desenvolver um estado interno de motivação?

Pode parecer estranho, quem sabe até um pouco diferente fazer essa pergunta, no entanto, desenvolvemos o que aprendemos em nossas vidas e poucos são os que estão preparados para desenvolverem sua própria motivação.

Um dos principais focos da Programação Neurolinguistica é desenvolver estratégias neurológicas que nos torne capazes de nos auto-motivarmos.

Então, tenho uma excelente noticia: a motivação é algo que só você pode construir, alimentar e se beneficiar dela! Conhecer sua neurologia e suas aspirações é um passo importante para conquistar essa sensação.

Observe ao seu redor. Note que há pessoas motivadas no trabalho, na saúde, na vida afetiva e nas relações sociais. Por exemplo, uma profissional que acorda e se sente bem por ter um dia pela frente, com várias atividades e com oportunidades de realizar o que para ela é importante, está motivada. Ou uma pessoa que vai à academia religiosamente, com felicidade e comprometimento em cuidar da saúde. Ou, então, a mulher que se dedica ao relacionamento afetivo com disposição e energia, para ofertar ao parceiro momentos de amor e prazer.

Quando há motivação, o desenvolvimento da ação é desprovido de qualquer complicação. O agir flui e torna-se automático. A concentração está toda em chegar à solução dos problemas que lhe compete resolver.

O que, então, torna alguém motivado? O primeiro fator é o que, na Programação Neurolingüística, chamamos de Foco, ou seja, onde você quer, de fato, colocar sua atenção. Entenda-se, aqui, atenção como capacidade de absorver os dados que sua neurologia possui. E vamos estabelecer a primeira diferença que faz uma pessoa ter motivação ou desmotivação. Quando ela tem o foco no produtivo, naturalmente está atuando para ter motivação. Isso significa enaltecer o que existe na experiência que está vivendo.

Toda experiência de vida tem várias informações que são de extrema relevância. E sensato,  dirigir minha atenção para esses aspectos. Exemplo: posso acordar e pensar em tudo o que quero realizar no meu trabalho, com competência e envolvimento, para atingir as metas estabelecidas. A cada resultado positivo, sinto-me competente e melhor profissional. E, no final do mês, sei que meus resultados financeiros me aproximam de uma viagem que quero fazer com minha família. Esse foco produtivo é ótimo estimulo interno para minha motivação interna. Posso,  automotivar, se desejar.

Para que esse foco possa ser empregado com freqüência, uma autoreflexão também se torna oportuna. Coloca-se, a questão: o que é mais importante para você? Existem pessoas vivendo com o foco no improdutivo e que só pensam que estão sendo obrigadas a realizar algo. Nessas circunstâncias, tudo sai diferente do esperado e, por isso, pior. Habitualmente, essas pessoas listam, com facilidade, o que está “errado” em suas vidas e em tudo o que fazem. Por isso, sentem desânimo e, às vezes, desamparo. E, obviamente, desmotivação.

Quanto mais você treinar sua neurologia para prestar atenção no que é desconfortável, você sentirá muito mais desconforto. Lembre-se: as coisas produtivas estão no mesmo lugar das improdutivas. Basta você decidir para onde quer dirigir sua atenção.

Quando falamos com uma pessoa motivada, ela fala das coisas como se já as estivesse vivenciando. E está! A representação que tem dentro da sua mente é a da conquista, que experimenta em toda sua extensão.

Ela está aqui, atuando, e já tem definido o que quer obter, com cada ação necessária para alcançar o objetivo. Isso torna toda a experiência uma grande realização, que institui um ciclo-virtuoso, em que cada realização gera mais motivação e a motivação leva a uma nova realização.

Isso é muito comum quando percebemos uma pessoa desenvolvendo determinada atividade física em que os resultados são especificamente percebidos. A cada nova conquista, ela se motiva mais, reconhecendo que tem maiores habilidades e que pode avançar. Isso traz realização, que a motiva, mais e mais. Esse é um ciclo-virtuoso estabelecido.

Para uma pessoa iniciar atividades físicas é determinante definir o que se quer ter e também representar, concretamente, isso dentro da mente, através de imagens, sons e sensações. Ou seja, através dos sentidos. É muito comum as pessoas desmotivarem-se ao começarem as atividades físicas. Habitualmente, começam a definir o que de fato desejam. Sem uma referência interna do que querem, de fato, não têm como imaginar, sentir e ter registros auditivos do que significa o seu objetivo. Com a ausência destas informações, o cérebro opta por desmotivar-se.

Quer se motivar? Visite o seu futuro. O que você quer no futuro? Vale lembrar que o futuro pode ser daqui a 20 minutos. Dependendo do seu objetivo, esse futuro é quase que imediato.

Para ter motivação, portanto, é imprescindível a direção da atenção. A energia sem direção torna-se desperdício. E, em época de sustentabilidade, isso é um despropósito. Afinal, dirigir a atenção para a direção produtiva pode render muitos frutos para sua motivação.

Marcia Dolores Resende.