30 de abril de 2013

Entrevista com Eloísa Vitz, diretora e atriz do Grupo Gattu.

Eloísa Vitz é diretora e atriz do Grupo Gattu a 11 anos. Cursou a EAD – Escola de Artes Dramáticas da USP, é Bacharel em Direito e Letras e Pós-Graduada em História da Arte e há algum tempo fez orientação em Programação Neurolinguística (PNL) para saber lidar com os desafios - tanto pessoais como profissionais - que a vida lhe proporcionava com maior sabedoria.

1- Quais foram as peças que te influenciaram?

Eu amo assistir peças, e nestes anos todos, muitas peças me inspiraram. Vou destacar algumas: “A Gaivota” de Tchecov, “Contos de Sedução” de Gyu Maupassant e “Vau de Sarapalha” de Luis Carlos Vasconcelos.

 2- Qual foi a peça que você encontrou mais desafios ao longo desses 13 anos de Grupo Gattu?

Olha, toda peça é um desafio enorme, é como pegar um barco sem rumo e ir ao encontro do desconhecido. E talvez esse seja o encanto de estar montando peças. Não achei peça fácil a ser montada!

3- Vocês utilizam técnicas corporais diferenciadas para a montagem de suas peças. Como elas funcionam? Em que elas podem ajudar?

Cada peça é um desafio, então escolhemos um texto e a partir mesclamos várias linguagens. Por exemplo, “O Auto da Barca do Inferno”, um texto de Gil Vicente. Aprendemos esgrima e utilizamos para as cenas de luta e ação. A esgrima nos trouxe disciplina, agilidade e precisão (um erro pode ferir os atores). Já em “Dorotéia” de Nelson Rodrigues, utilizamos a técnica circense de tecido. A personagem central entrava do alto do teatro pelo tecido. Além de agregar beleza estética, havia a metáfora do risco, dos sonhos, dos vôos.

4- Como você relaciona o fato de ser pós-graduada em História da Arte e o teatro?

Ah! Eu amo as artes plásticas, mas sou péssima com pincéis (Risadas). Mas na cena me realizo pintando quadros. A luz dos meus espetáculos é muito elaborada. Neste sentido a Artes Plásticas me inspira e me excita. Crio a cena pintando meus quadros com a luz. Escolho as cores, a intensidade, a maneira de posicioná-las e tudo isso contribui para criar a atmosfera mais interessante para a cena.

5- O que te levou a procurar a orientação em PNL?

Havia tentado outros vários tipos de terapia e não tinha sentido afinidade. Quando li algo sobre a PNL me interessei.

6- A PNL te ajudou de alguma forma ao longo desses anos?

Sim. Muito. A PNL para mim foi uma descoberta incrível, porque trabalha com a excelência do ser humano. Sempre falo para os meus atores que para fazer teatro é necessário gostar de gente. A PNL nos dá ferramentas que se bem aplicadas trazem resultados surpreendentes. Ir ao encontro do que nós temos de melhor é um caminho fascinante!

7- De que forma você utiliza para sua vida as técnicas aprendidas na orientação em PNL?

A PNL para mim é um treinamento constante. Um jeito de olhar a vida, uma maneira de remodelar minhas crenças para melhor. Um auto-aperfeiçoamento. Estar aberta para o novo, aproveitar a fluidez da vida. Ter olhos de amor comigo e com as pessoas que convivo. Pensar na estrutura das falas e decifrar o que realmente elas querem dizer. Sou muito fã da PNL!

8- Como surgiu a ideia de fundar o Grupo Gattu?

Bom, eu era atriz do Grupo Tapa, e fui estudar em uma universidade que não tinha grupo de teatro, então comecei a dar aulas para os alunos desta universidade, que procuravam o teatro para melhorar seu desempenho profissional, e assim comecei a dirigir os espetáculos. Foi bem por acaso. O Grupo Gattu começou como um grupo amador, o que eu acho lindo, porque considero a melhor maneira de começar um grupo de teatro que é amando! Depois de quatro anos nos profissionalizamos.

9- E a ideia de um nome tão criativo? De onde veio?

Olha, também foi por acaso. Veio a ideia do gato que tem sete vidas e é preciso muito fôlego pra fazer teatro, ter muitas vidas. E o gato é um felino com muita personalidade.

10- A última peça em cartaz no Grupo Gattu (Frisante, de Tito Sianini) recebeu elogios do tipo “A crítica à falta de ética dos herdeiros nos remete aos acontecimentos políticos recentes em Brasília”, “No espaço cênico o resultado é hilário, com gostinho de quero mais”. Como você lida com críticas e elogios?

Olha, a minha relação com a crítica não é nada pacífica. As aceito muito bem, boas ou ruins, se o crítico que as fizer elucidar tecnicamente sua opinião. Gosto das críticas bem escritas, que analisem todos os elementos do teatro: texto, iluminação, direção, figurino e interpretação. Se for uma crítica mal escrita e tendenciosa baseada em “achismo” com estrelinhas para tornar a peça vendável, detesto. Perceba que ensaiamos todos os dias, seis horas por dia, por no mínimo uns nove meses, para montar um espetáculo e vem alguém sem o menor critério avaliar minha peça?

11- Você é a favor da inclusão social no mundo artístico?

Claro! Muito. Em todos estes anos quando conseguimos aprovar as Leis do Incentivo Fiscal, fizemos espetáculos gratuitos. Precisamos formar platéia. É a nossa maneira de assumir a nossa responsabilidade e permitir o acesso a cultura para todas as faixas sociais.

12- Você recomendaria a orientação em PNL?

Sim. Muito. Se você tiver oportunidade e condições, acho que deveria investir. Penso que a PNL deve ser ensinada desde cedo para as crianças.

13- Comparado ao passado, o que você acha que mudou após ter feito a orientação em PNL?

Olha, sou uma artista e tenho tantos desafios pessoais e profissionais que sem dúvida a PNL transformou meu jeito de olhar a vida. De criar realidades dos discursos internos. Considero a PNL o encontro com a excelência! 

10 de abril de 2013

Programação Neurolinguística



O que a Programação Neurolinguística pode fazer?

Muito! Lógico que minha primeira resposta é bem genérica e abrangente, considerando que essa metodologia que na minha opinião é também uma filosofia de vida, pela visão sistêmica!

Tudo está relacionado a uma estrutura maior e cada ação movimenta o todo!

Essa é a visão do sistema, sem fragmentar e entregando para cada um sua responsabilidade de agir e pausar de acordo com os objetivos.

A PNL é uma metodologia que nos convida a atuar com excelência diante da vida e para isto é fundamental sermos congruentes, considerando que cada um pode ter um ideal de excelência e que cada um tem sua capacidade para alcança-la!

Ser congruente significa fazer o que se acredita, que também é a melhor forma de sermos felizes mais vezes durante a vida!

Essa forma de pensar atua desta maneira:

Programação : Seqüência de pensamentos que desenvolvemos.

Neuro: Parte do nosso cérebro , que organiza os dados e disponibiliza
memórias para que possamos utilizar.

Linguística: A linguagem e seu poder.

O que falamos influencia nossa mente e nosso corpo sempre!

Diga que hoje vai vai ter um dia bom e experimente dizer que hoje você vai ter um dia ruim.... perceba as diferenças, no pensar, sentir e agir!

Use bem sua mente, seu corpo agradece e as pessoas que se relacionam com você também!

Márcia Dolores Resende

8 de abril de 2013

Auto Desenvolvimento – Psicoterapia com PNL


Sexta feira estava em uma reunião numa grande empresa e ouvi um profissional da área de RH falar para um Diretor que além dos programas de Coaching que estavam sendo desenvolvidos o que faria a diferença mesmo era a busca constante por auto desenvolvimento.

Essa frase me fez refletir, pois em seguida ela disse que era importante ter um apoio de um psicólogo muitas vezes para um psicoterapia, apesar de toda a modernidade, ainda existe um tabu grande quando falamos de terapia ou psicoterapia.

Existe ainda uma visão de psicoterapia é algo longo, moroso, onde você irá descobrir mais problemas que solução!

E que “pior”quem procura psicoterapia é alguém com distúrbios!

E também existe aquele grupo que confesso afasta qualquer ser do auto desenvolvimento, que é um grupo que se diz terapeutizado, sei que existe uma intenção maravilhosa quando se diz isso, no entanto quero aqui esclarecer que normalmente os que se dizem terapeutizados, começam a ditar regras chatas e a interpretar tudo!

Minha formação é pedagogia e psicologia, sempre fiz muitos movimentos para evitar essa postura que em minha opinião afasta uma pessoa de se autodesenvolver, fica muito “chato” e soa um pouco acima do bem e do mal.

Minha busca dentro da psicoterapia foi sempre de humanizar o processo, que na sua origem foi muito interpretativo, e acredito que hoje se Freud estivesse vivo iria atuar com foco em resultados.
Então ser terapeutizado sem resultados de nada adianta, ou explicar porque se é de determinada forma pior ainda.

Já ouvi em ambientes profissional e pessoal, a explicação mais rebuscada que novamente afasta ao invés de aproximar. Pessoas explicando que agora entendem sua forma de ser (impaciente, controlador, desconfiado..etc...) pois entendeu que aconteceu em sua vida e agora compreende sua forma de ser....e blá, blá, blá......e que sabe que o outro que não consegue se relacionar com ele faz dele um espelho..blá...blá..blá

Tudo isso afasta as pessoas de vivenciar um processo de psicoterapia!

Agora a boa noticia, existem processos voltados para o autodesenvolvimento e foco em resultados, como é a programação neurolinguística e o método que desenvolvemos no Instituto de Thalentos é voltado para a transformação.

Que é muito diferente de só compreender e justificar!

O cérebro quando tem justificativas se afasta da mudança para aquele padrão de comportamento. Na psicoterapia com PNL, o primeiro passo é definir um objetivo, para mudarmos é fundamental ter um objetivo e vamos pensar nisso com carinho!

A mente nos auxilia na mudança quando tem uma definição do que se quer, isso traz uma liberdade de ser dono da própria jornada.

O processo de auto desenvolvimento só irá funcionar se o dono da vida se torna o grande construtor da sua realidade, sem ficar a mercê dos demais.

Mudar um comportamento de depressão, fobias, medos, luto, separação, perda, transtornos alimentares ou qualquer outro padrão é possível quando focalizamos no que desejamos para nossa vida. Esse processo é dinâmico e desprovido de uma receita para a humanidade única, existem estratégias que todos têm acesso e podem se beneficiar, agora a particularidade de cada vida é sempre especialmente respeitada.

Ser uma pessoa melhor é o grande objetivo da psicoterapia com PNL, que é diferente de sair por aí dizendo para o outro o que fazer.

Talvez dar o exemplo ainda é o melhor jeito de estimular alguém a trilhar o caminho do autodesenvolvimento!

E muito bacana ouvir em uma reunião na sexta final do dia uma profissional de RH valorizar a mudança através do autodesenvolvimento contando além do Coaching com o auxilio de psicoterapia, afinal essas soluções se complementam!

E viva o nosso diário desenvolvimento!

Instituto de Thalentos é no Brasil o que tem seu método psicoterápico reconhecido pelo CRP.