22 de fevereiro de 2011

Nossos Sonhos...


Ele era um jovem que morava no Centro Oeste dos Estados Unidos. Por ser filho de um domador de cavalos, tinha uma vida quase nômade mas desejava estudar. Perseguia o ideal da cultura. Dormia nas estrebarias, trabalhava os animais fogosos e nos intervalos, à noite, ele procurava a escola para iluminar a sua inteligência.

Em uma dessas escolas, certa vez, o professor pediu à classe que cada aluno relatasse o seu sonho. O que desejariam para suas vidas. O jovem, tomado de entusiasmo, escreveu sete páginas. Desejava, no futuro, possuir uma área de 80 hectares e morar numa enorme casa de 400 metros quadrados. Desejava ter uma família muito bem constituída.

Tão entusiasmado estava, que não somente descreveu, mas desenhou como ele sonhava a casa, as cocheiras, os currais, o pomar. Tudo nos mínimos detalhes. Quando entregou o seu trabalho, ficou esperando, ansioso, as palavras de elogio do seu mestre.

Contudo, três dias depois, o trabalho lhe foi devolvido com uma nota sofrível. Depois da aula, o professor o procurou e falou:

- O seu é um sonho absurdo. Imagine, você é filho de um domador de cavalos. Você será um simples domador de cavalos. Escreva sobre um sonho que possa se tornar realidade e eu lhe darei uma nota melhor.

O jovem foi para casa muito triste e contou ao pai o que havia acontecido. Depois de ouvi-lo, com calma, o pai lhe afirmou:

- O sonho é seu, meu filho, faça o que quiser... essa decisão é sua: Persistir neste sonho ou procurar outro.

O jovem meditou e, no dia seguinte, entregou a mesma página ao professor. Disse-lhe que ficaria com a nota ruim mas não abandonaria o seu sonho.

Esta história foi contada para várias crianças pelo dono de um rancho de 80 hectares, uma enorme casa de 400 metros quadrados e uma família muito bem constituída, próximo de um colégio famoso dos Estados Unidos o qual empresta para crianças pobres passarem os fins de semana.

Depois de terminar a história, o dono do rancho revelou ser o jovem que teve a nota ruim, mas não desistiu do seu sonho.

E o mais incrível é que depois de 30 anos o professor daquelas crianças tem visitado com os seus alunos, aquela área especial. Um dia se apresentou, por ter identificado no proprietário o antigo aluno e confessou:

- Fico feliz que o seu sonho tenha escapado da minha inveja. Naquela época eu era um atormentado. Tinha inveja das pessoas sonhadoras. Destruí muitas vidas. Roubei o sonho de muitos jovens idealistas. Graças a Deus, não consegui destruir o seu sonho, que faz bem a tantas vidas.

Como é bonito ter sonhos... sonhar é da natureza humana. Tudo que existe no mundo, um dia foi elaborado, pensado e meditado por alguém. Antes de ser concretizado em cimento, mármore, madeira ou papel... foi um sonho!!!

17 de fevereiro de 2011

O segredo da Convivência


Mesmo em família, é possível decidir quando e como se relacionar de maneira mais positiva. Acompanhe!

Desenvolver relações duradouras e verdadeiras é um desejo permanente do ser humano, mas também um grande desafio.

Afinal, todo relacionamento traz implícitos expectativas e valores individuais que nem sempre são facilmente conciliáveis.

Mas onde a PNL (Programação Neurolinguística) entra nes­sa equação? Em muitos aspectos, a começar ajudando as pesso­as a identificar o propósito de um relacionamento, levando-as a questões como "para que quero me relacionar com esta ou aquela pessoa em especial?".

Diferentemente do que se acredita, segundo a PNL podemos escolher se iremos ou não nos relacionar. Mesmo que este rela­cionamento aconteça dentro da minha família, posso escolher se quero ou não me relacionar. Ninguém é obrigado a nada, mesmo morando sob o mesmo teto.

Ao entender isso, você consegue simplificar a interação en­tre os membros da família. Observe que aqui não cabe afirmar que, por ser “pai”, ele “tem que” se relacionar com o “filho”. Então, para sair desta armadilha de obrigatoriedades, a grande pergunta que a PNL ensina a fazer é: "o que aconteceria se você não se relacionasse com seu pai?". Urna resposta possível seria: "não me sentiria bem como filho. E depois, as pessoas esperam isso de mim, não quero decepcioná-las".

Por aí, percebe-se que um relacionamento depende de uma decisão individual e de uma vontade de reconhecimento. En­tão, ao responder esta pergunta, as pessoas devem ter a consci­ência de que estão dentro de uma situação porque assim esco­lheram. Mesmo no âmbito familiar.

Aqui se abre uma visão diferente, em vez de se colocar como vítima, existe a possibilidade de escolha, portanto, você está no poder: no poder sobre você mesmo. E descobrir isso é muito estimulante. A PNL ensina, ainda, que, para cultivar bons re­lacionamentos, é preciso reconhecer que o outro tem o direito e a liberdade de ser como ele quiser. Identificar que o outro tem suas razões para se comportar de determinada forma é uma estratégia poderosa, pois exercita nosso cérebro a construir ca­minhos diferentes e que na maioria das vezes não haviam sido trilhados. Experimente!