sexta-feira, 17 de maio de 2013

Amor contemporâneo.


Você sofre por amar? Acha que faz escolhas inadequadas? Acredita que amar significa deixar de ser livre? Está sempre esperando alguém ideal para amar? Acha que pessoas bacanas estão escassas?
O amar ainda para muitos significa sofrer ou abrir mão do que valorizam para viver uma experiência de pura entrega por estarmos tão fixados em um ideal de amor, cheio de regras e normas que atenda aos nossos desejos mais infantis. Esperar o príncipe ou a princesa é sempre uma forma de idealizar um sentimento que tem como base humanizar, mas ele só acontece quando nós nos humanizamos, pois sem naturalidade o amor perde o brilho.
Agora, como viver o brilho do amor com bem-estar e leveza? Hoje as pessoas vivem o desespero do amor, de ter uma urgência em encontrar um amor para sanar seus vazios ou o medo de viver com a ausência do mesmo. A ausência da consciência do autovalor faz muitas vezes uma pessoa viver uma relação de dependência e poder, onde existe um jogo de quem gosta mais, quem manda mais, quem tem mais poderes, e que naturalmente favorece o comportamento de sofrimento dentro da relação.
Quando o amor começa como um jogo de poder, as chances das pessoas se machucarem ou viverem o vazio é muito grande. Jogar é diferente de amar, conquistar o coração de alguém. O amor vai além, ele te deixa aberto para vivenciar experiências sem que o sofrimento sobressaia na relação.
O jogo do amor te limita, pois evita que seu coração se abra de modo verdadeiro para encontrar os encantos do amor.  Já ouvi homens e mulheres optarem por uma relação por saberem que a outra parte gostava mais do que ele. Isso é típico de uma relação de jogo. Quem está ganhando? No amor, a melhor combinação é quando os dois ganham juntos.
Quando se quer jogar, existe uma falta de consciência do próprio valor e, então, para sentir que se tem valor, é necessário jogar, e isso faz com que haja uma dependência. Outro aspecto que no amor pode gerar distorção são as prisões que o amor vazio nos traz é quando as pessoas pensam que amar significa abrir mão da sua vida para viver a vida da outra pessoa. Essa grande forma de expressar a ausência de amor ainda é muito valorizada, infelizmente.
Para amar é importante ter sua vida com sentido e desenvolver uma relação com alguém que também viva uma vida com sentido e que se abra para viver o amor como uma parte da vida dela. Essa é a melhor forma de viver o amor, não como dependência, mas como opção.
Saber o que se quer no amor nos dá a liberdade de escolher sempre viver o melhor que uma relação amorosa pode nos proporcionar. Amor é um exercício de liberdade quando se tem consciência do que é valor para você e para o outro. Escolher alguém que comungue os mesmo valores que você também é um caminho para viver o amor contemporâneo saudavelmente. Aprender como fazer isso é mais do que importante, é aprender a definir o que se quer nos aspectos afetivos, é uma atitude de maturidade. 

Marcia Dolores Resende

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Coaching torna ambiente corporativo mais feliz


Muitos executivos demonstram ser verdadeiras fortalezas. Mas nem sempre isso corresponde à realidade interna de cada um. Apesar de ocuparem bons cargos e receberem salários compatíveis eles se vêem cada vez mais apreensivos e cheios de dúvidas devido ao constante aumento das pressões exercidas pela competitividade e busca de resultados, principalmente aqueles que atuam no mercado financeiro. Prova disso é o crescente número de empresas que investem em programas voltados especificamente para o capital humano, para que possam ter boa capacidade para trabalhar e produzir bons resultados.

Entretanto, antes de qualquer curso, estabelecimento de metas, as corporações precisam entender que uma das principais ações que devem ser tomadas é a de considerar cada profissional como único. Essa atitude deve estar cada vez mais presente na valorização dos talentos. Para esses profissionais, o mais indicado é a aplicação do Coaching Eficaz com PNL. O método oferece a oportunidade para potencializar talentos e gerenciar desafios por meio de instrumentos práticos e vivenciados no dia-a-dia. Desta forma, é possível acompanhar e medir a própria evolução. Um profissional em sintonia produz mais e com melhor qualidade.

Além disso, o Coaching Eficaz com PNL também pode ajudar cada pessoa na construção da felicidade plena. Nesse quesito, o coaching torna-se uma ferramenta muito útil, pois exercita o executivo a definir o que ele procura realmente. Essa talvez seja a ação mais decisiva no processo de vida, de saúde e bem estar do indivíduo. Como o método conta com uma avaliação sistêmica, torna-se fundamental que o executivo defina exatamente o que ele quer como felicidade profissional e pessoal.

Esses desafios e excesso de metas dos executivos também têm seu preço. Para se ter uma idéia, um estudo divulgado, em 2007, pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) divulgou que instituições financeiras têm altos índices de afastamento. A alta gravidade pode ser comprovada pela quantidade média de dias de licença, 442. Se comparada à média nacional de 269 dias é possível perceber o quanto o ritmo intenso e a pressão no trabalho podem afetar diretamente os executivos e colaboradores. O custo para as empresas do acidente e das doenças ocupacionais é da ordem de R$ 12,5 bilhões por ano, e, para o Brasil, é de R$ 20 bilhões por ano. O valor envolve custos com aposentadoria, indenizações e tratamento médico.

As instituições financeiras quando proporcionam o Coaching Eficaz acabam oferecendo um diferencial aos seus colaboradores. Com o treinamento é possível preparar excelentes executivos em curto prazo. Assim, eles poderão assumir novas funções com o Coaching de desenvolvimento de forma dirigida. Muitas vezes um executivo tem inúmeras exigências, porém existe uma ausência de respaldo para desenvolver-se. No processo do Coaching Eficaz com PNL, ele conta com o envolvimento e amparo do Rapport (estrutura para que o processo seja sistêmico e beneficie todos).

Durante muitos anos, esses profissionais que atuam em instituições financeiras tiveram uma atuação padrão. Hoje, uma atitude diferenciada é solicitada e aqueles que apresentarem essa competência serão os profissionais de destaque. Devia a mudança do cenário econômico, muitas pessoas que trabalham nesse setor tiveram que ser mais ágeis tanto no trabalho quanto na adaptação nessa economia mutável. Além das competências ligadas diretamente a parte técnica do setor financeiro, há uma solicitação de competências comportamentais ligadas à liderança, gestão de conflitos preparação de sucessores. Algumas delas são novas para a maioria dos executivos. Hoje, a maior atuação em Coaching Eficaz está em preparar esses profissionais de instituições nacionais e, também, internacionais.

Dentro do Coaching Eficaz (Processo aprimorado pelo Instituto Saber) o executivo trabalha com 15 competências gerenciais e 20 competências comportamentais. O foco está em desenvolver e potencializar todos esses talentos (Competências) buscando o equilíbrio sistêmico individual e do ambiente onde o mesmo está inserido. Muitas vezes, os executivos são treinados para as competências técnicas e não são treinados para “o como” lidar com conflitos.  

Por todas essas razões, o Coaching Eficaz resulta em ótimos benefícios para o executivo e, também, para a instituição financeira na qual trabalha. Ele traz a responsabilidade para o profissional. Afinal, a empresa é uma oportunidade para expressar os talentos e não uma imposição para o sofrimento. Muitas vezes existe uma inversão de valores nessa relação que impede que ele apresente o seu melhor.

Márcia Dolores Rezende

Coaching Eficaz em PNL - Inteligência Emocional



Quando pensei nesse artigo, imaginei a amplitude que a inteligência emocional tem na vida de uma pessoa e o quanto a utilização da mesma pode tornar a vida uma experiência de bem-estar e realizações.

O grande desafio está em identificar as emoções e saber que cada uma delas pode ser direcionada para alcançar as suas conquistas. Agora, o que é possível fazer para tornar essa utilização mais automática e disponível mais vezes no seu cotidiano?

A ferramenta que vai auxiliar e agilizar esse processo é o Coaching Eficaz. Trata-se de uma oportunidade para realizar essa mudança de atitude. Podemos transformar os aspectos simples da vida, constantemente, a cada minuto, em eventos de grande significado, apenas utilizando favoravelmente a nossa inteligência. Afinal, somos movidos por várias emoções, seja no trânsito, em casa ao gerenciar diversos interesses, no trabalho ao desenvolver atividades que agregam diversidades e, por fim, sempre tentando manter o foco.

São inúmeras as ofertas para o nosso desenvolvimento emocional, talvez mais do que a mente consciente possa captar. Por exemplo, é possível reconhecer que através de pequenas ações estamos constantemente sendo colocados em experiências que geram resultados diferentes dos esperados, o que poderíamos intitular de “frustração”.

E aí, sim, teríamos uma bela armadilha emocional, que nos privaria de experimentar um dia-a-dia com inúmeras possibilidades, resultando numa vida profissional sem-graça e com inúmeras queixas. Falar pelos cantos que a empresa não merece o talento que você tem, ou que desperdiça os potenciais e não dá espaço para crescer (quem já ouviu isso, sabe do que estou falando), esse é um retrato vivo do que representa a utilização das emoções desfavoravelmente.

Sei que na escola ainda estamos desprovidos dessa matéria e acredito que é importante colocá-la na grade curricular para termos cidadãos do futuro. Enquanto isso não ocorre, porém, é possível utilizar outras estratégias. O Coaching Eficaz com PNL é uma delas!

Como já sabemos que todos têm inteligência emocional, o que talvez ainda seja oportuno é reconhecer que podemos aprender “como” manusear nossas emoções de acordo com os nossos objetivos.  Quando você utiliza suas emoções para realizar algo melhor, sua inteligência emocional está em alto desempenho.

Quantos de vocês já não viveram um dia ao revés, aquele em que tudo caminha em uma direção diferente da planejada?  Nessas ocasiões, a sábia vida faz um convite para exercitarmos nossa inteligência emocional. Utilizando-a corretamente, conseguimos deixar esse dia, que tinha tudo para ser ruim, e torná-lo produtivo e bom.
Quem acessa essa capacidade terá um dia criativo e, quem sabe, até divertido. Por mais difícil que possa parecer isso é possível. Nossa neurologia tem a magnífica aptidão de apreciar e de desenvolver novos caminhos. 

Marcia Dolores Resende

terça-feira, 14 de maio de 2013

Entrevista com Alexandre Netto, sobre acompanhamento individual com Programação Neurolinguística (PNL)


1) O que te levou a procurar o acompanhamento com PNL?
A busca por um treinamento que me ajudasse a trabalhar mais meu foco profissional.

2) O acompanhamento individual com PNL foi eficiente a ponto de transformar seu modo de pensar, agir e falar?
Sim. Impulsionou novos pensamentos e aprendizados.

3) Comparado ao passado, o que você acha que mudou depois do acompanhamento?
A forma de relacionar novos desafios, realizar tarefas e desenvolver um planejamento mais eficaz.

4) E no âmbito profissional? Foi possível notar alguma diferença também comparada ao passado?
Sim. A auto-confiança e determinação adquirida através da PNL permitiram transmitir tais imagens em meu ambiente de trabalho, o que permitiu me fortalecer como profissional e realizar melhor minhas tarefas.

5) Mudou a forma de você pensar a respeito de si mesmo?
Foi o que mais mudou. Perceber e aceitar a minha capacidade de fazer/realizar, permitindo mais envolvimento nas minhas coisas e elevando minha auto-estima.

6) Você recomenda o acompanhamento individual com PNL?
Sim.

Liderança que traz resultados.


Nesse clássico de 2000, o autor sustenta que os melhores executivos alternam seis tipos distintos de liderança — cada qual na dose e na hora certas. Embora seja difícil exibir tal desenvoltura, o resultado do esforço é visível no desempenho. E mais: a habilidade pode ser adquirida. Pergunte a qualquer grupo de executivos “O que faz um líder eficaz?” e as respostas serão muitas e variadas. O líder traça a estratégia. Motiva. Define uma missão. Cria uma cultura. Em seguida, pergunte: “E o que o líder deveria fazer?”. Se o grupo for experiente, a resposta provavelmente será uma só: a função exclusiva do líder é obter resultados. Mas como? A dúvida em torno daquilo que o líder pode e deve fazer para tirar o melhor desempenho de seu pessoal é antiga. Nos últimos anos, esse mistério fez surgir toda uma indústria informal: literalmente milhares de “especialistas em liderança” fizeram do teste e da orientação de executivos uma carreira, tudo com o intuito de formar gestores capazes de converter metas ousadas — sejam estratégicas, financeiras, organizacionais ou todas as três coisas — em realidade. Ainda assim, a liderança eficaz continua sendo uma meta inalcançável para muita gente e muitas organizações. Uma razão é que, até bem pouco, praticamente não havia pesquisa quantitativa que demonstrasse que comportamentos exatos de liderança trazem resultados positivos. Especialistas em liderança dão conselhos com base em inferência, experiência e instinto. Às vezes, o conselho é certeiro; às vezes, não. Mas um novo estudo da consultoria Hay/McBer (a partir de uma amostra aleatória de 3.871 executivos tirados de um banco de dados de mais de 20 mil gestores do mundo todo) elimina muito do mistério que ronda a liderança eficaz. O estudo revelou seis estilos distintos de liderança, cada qual ligado a distintos componentes da inteligência emocional. Cada estilo desses, isoladamente, parece ter um impacto único e direto na atmosfera de trabalho de uma empresa, divisão ou equipe — e, por sua vez, em seu desempenho financeiro. E, talvez o mais importante, o estudo indica que os líderes com os melhores resultados não se valem de um único estilo de liderança; numa mesma semana, podem alternar a maioria deles — com fluidez e em graus distintos —, conforme a situação. Pense nesses estilos como tacos de golfe na bolsa de um profissional. Durante o jogo, o golfista escolhe o que vai usar de acordo com o exigido pela tacada. Às vezes, tem de refletir antes de decidir; em geral, porém, a escolha é automática. O jogador sente o desafio à frente, saca rapidamente o instrumento certo e, com elegância, o põe em ação. É assim, também, que age o líder de alto impacto. Quais são os seis estilos de liderança? Nenhum causará surpresa entre veteranos do meio empresarial. Aliás, só pelo nome e uma breve descrição, é provável que cada estilo seja reconhecido por qualquer um que lidere, seja liderado ou, como ocorre com a maioria de nós, faça ambos. O líder despótico exige o cumprimento imediato de ordens. O líder visionário mobiliza as pessoas rumo a uma visão. O líder agregador cria vínculos emocionais e harmonia. O líder democrático promove a participação para obter consenso. O líder agressivo espera excelência e autodireção. E o líder conselheiro prepara as pessoas para o futuro. Se fechar os olhos, o leitor certamente será capaz de visualizar um colega que usa um estilo desses. Ou talvez ele mesmo empregue ao menos um deles. A novidade nesse estudo é, portanto, aquilo que implica para a ação. Primeiro, dá um retrato pormenorizado de como cada estilo de liderança afeta o desempenho e os resultados. Segundo, mostra claramente ao gestor quando alternar entre eles. Além disso, sugere fortemente que saber alternar com fluidez é aconselhável. Outra novidade é a descoberta de que cada estilo de liderança é ligado a distintos componentes da inteligência emocional.

Como medir o impacto da liderança: Mais de uma década já passou desde a aparição do primeiro estudo a ligar aspectos da inteligência emocional a resultados empresariais. Renomado psicólogo da Harvard University, o falecido David McClelland descobriu que o líder dotado de uma massa crítica de seis ou mais competências de inteligência emocional era muito mais eficaz do que o desprovido desses dotes. Ao analisar o desempenho de chefes de divisão de uma indústria mundial de alimentos e bebidas, por exemplo, McClelland descobriu que, dos líderes com essa massa crítica de competências, 87% se situavam no terço superior do bônus salarial anual atrelado ao desempenho de sua área. E mais: suas divisões superavam metas de receita anual em 15% a 20%, em média. Já executivos sem inteligência emocional raramente se sobressaíam na avaliação anual de desempenho e sua divisão ficava aquém das metas em quase 20%, em média. O objetivo de nosso estudo era obter uma visão mais molecular do elo entre liderança e inteligência emocional e entre o clima e o desempenho. Uma equipe de colegas de McClelland dirigida por Mary Fontaine e Ruth Jacobs, da Hay/McBer, estudou dados sobre (ou observou) milhares de executivos, tomando nota de comportamentos específicos e seu impacto sobre o clima. Como cada indivíduo motivava os subordinados diretos? Gerenciava iniciativas de mudança? Lidava com crises? Foi numa fase posterior do estudo que identificamos quais capacidades específicas da inteligência emocional estão por trás dos seis estilos de liderança. Como se sai em termos de autocontrole e habilidade social? O líder tem níveis elevados ou baixos de empatia? A equipe foi aferir o clima na esfera imediata de influência de cada executivo. “Clima”, aqui, não é um termo amorfo. Definido originalmente pelos psicólogos George Litwin e Richard Stringer e mais tarde detalhado por McClelland e colegas, refere-se a seis grandes fatores que influenciam o ambiente de trabalho de uma organização: flexibilidade — ou seja, a liberdade que o pessoal sente para inovar livre de burocracia; seu senso de responsabilidade para com a organização; o nível de padrões estabelecidos pelo pessoal; o senso de justiça de avaliações de desempenho e adequação de recompensas; a clareza de todos sobre missão e valores; e, por último, o grau de comprometimento com um propósito comum. Descobrimos que todos os seis estilos de liderança têm um efeito mensurável sobre cada aspecto do clima (veja detalhes no quadro “O impacto de estilos de liderança em fatores do clima”). Além disso, quando analisamos o impacto do clima em resultados financeiros — como retorno sobre vendas, crescimento da receita, eficiência e rentabilidade —, vimos uma correlação direta entre os dois. O líder que adotava estilos de impacto positivo no clima definitivamente obtinha resultados financeiros melhores do que quem não o fazia. Não quer dizer que o clima organizacional seja o único fator do desempenho. Condições econômicas e dinâmicas competitiva têm um peso enorme. Mas nossa análise sugere, sim, que o clima responde por quase um terço dos resultados. Tal impacto é simplesmente grande demais para ser ignorado. Fonte: Harvard Business Review

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Coaching Eficaz de Carreira.

Pensar na carreira é sempre uma atitude que requer muita coragem e empenho, além de uma boa dose de ousadia.
Estamos treinados e talvez acomodados a pensar que definir um curso e seguir esse caminho garante a satisfação e significa cuidar da carreira.
Esse procedimento esta passando, ainda bem, por varias modificações. Pensar em uma carreira é muito mais do que isso, é pensando na longevidade que já bate a nossa porta que seremos convidados pela vida a termos mais de uma profissão ao longo dela.
Caso fique mais confortável, posso afirmar que será útil você se reinventar, eu já tive três profissões e tenho certeza que terei mais algumas ao longo de minha vida.
Fico pensando que meu filho e as próximas gerações viverão esse novo formato, que se bem preparados para isso, deixará de ser um dilema.
O que seria se preparar bem para isso?
Primeiro: mudar o conceito. Quando desenvolvemos no Instituto de Thalentos um novo conceito para orientação vocacional, que chamamos de orientação de carreira tinha um grande propósito de sair desse formato tão intensamente fechado em testes para aptidões e definição de um curso superior.
Hoje temos um número expressivo de jovens que começam o curso universitário e abandonam por insegurança e afinidade com o curso escolhido. Mesmo muitos que fizeram uma orientação vocacional se deparam com esse conflito. O que será que gera isso?
Existe uma tensão absurda sobre esse jovem que esta no ensino médio e tem um ano para definir sua profissão para o resto da vida, essa frase limitante, muitas vezes, faz parte do discurso que está em desalinho com o cenário atual, que mostra a carreira orgânica, com movimentos e desdobramentos.
Outro valor do passado que hoje passa por grande transformação na vida do jovem futuro profissional, é a segurança que seus pais buscavam em uma empresa ou em uma profissão. Hoje já é um valor menos significativo.
Temos jovens em busca de satisfação, valorização e sentido em sua carreira, o que cá entre nós, julgo ser muito mais sustentável.
A segurança está também passando por uma reformulação, ela deixa de ser quesito externo e passa a ser um quesito interno, que da a esse jovem profissional uma liberdade de entrar e sair de uma universidade ou empresa, pois busca o seu sentido e já pensa em legado!
É muito comum ouvir dos jovens que para ter satisfação é fundamental saber que diferença ele ira fazer.
É pouco comum ouvir um jovem falar que quer segurança financeira como o principal critério em sua busca profissional.
Então a antiga forma de identificar o melhor como vocação gera pouco êxito, esse jovem busca algo maior e isso é fundamental considerando como coloquei acima, ele terá mais de uma atuação profissional, quem sabe quatro ao longo de sua vida, levando sempre em conta a longevidade e oportunidades num cenário que irá mudar muito e rápido!
Quando nos deparamos com essa situação, optamos em desenvolver um processo diferente, pautado em competências que em nossa forma de perceber o jovem é o maior patrimônio que ele pode ter!
Cuidar de se afinar com seus talentos internos, potencializá-los, explorá-los e canalizá-los é o foco num programa de Coaching Eficaz de carreira para jovens em fase de definição.
Essa definição passa por outro nível, que está acima de o que vou ser quando crescer e passa para um outro nível de o que tenho internamente para fazer crescer o meu talento e de outras pessoas.
Conhecer é ter intimidade com os talentos, faz esse jovem ter segurança em ser quem ultrapassa a profissão, ele descobre e utiliza  a sua segurança interna que permite mais vôos e satisfação.
Um jovem que tem um retorno de um programa de carreira com a informação de que tem aptidão para humanas, exatas ou biomédicas e que existem essas profissões fica sem conhecer suas competências com legitimidade para utilizar o quanto e como quiser.
O que mais é interessante quando atuamos com as competências é a sabedoria que temos ao longo de uma trajetória, mesmo de um jovem de dezoito anos temos indícios de suas competências e talentos, está tudo armazenado em sua história de vida.
Isso é facilitador e belo num programa de Coaching Eficaz de Carreira para jovens, existe um repertório disponível para o jovem consolidar suas competências e sua segurança.
Quando um jovem percebe que tem talentos a serem utilizados para realizar algo maior, ele pode escolher com naturalidade a faculdade e o curso, existe um projeto para sua carreira e que esta toda sustentada em suas competências, valores e visão de futuro.
Sim. Visão de futuro! Sem ela há uma ausência de sentido maior, e como é comum nessa geração buscar o sentido e pensar em como ira contribuir, já podemos falar de futuro com espontaneidade, até porque ele irá acontecer e se for realizada a melhor construção para esse futuro, tudo pode ficar muito melhor!
Outra mudança que hoje é interessante: esse jovem é dono dos seus talentos e portanto é responsável por fazer a gestão da sua carreira, isso o torna consciente para fazer as escolhas com serenidade e responsabilidade.
O programa de Coaching Eficaz de Carreira tem como inspiração colaborar para um mundo que tenha profissionais satisfeitos e talentosos, por usarem seu melhor potencial, afinal sabemos que profissionais satisfeitos são felizes e realizam melhor!



Márcia Dolores Resende

Dever é diferente de Poder


Os deveres são essencialmente desagradáveis, e ainda me pergunto por que definimos o que queremos como dever?
Ter dever é assumir uma postura infantil, afinal definimos, ou melhor, no passado distante em que as crianças negociavam pouco, muito diferentes dos dias atuais, os pais definiam os deveres. E assim era ou pelo menos parecia ser.
Quando você se coloca um dever tira para sua mente ou cérebro como desejar, a oportunidade de ter poder para fazer, que em termos de qualidade de vida e bem estar é muito mais saudável!
Existe para alguns uma crença de que quem tem dever é gente importante. Quem tem dever limita sua experiência quando tira o poder de escolher e assumir suas escolhas.
Escuto homens e mulheres com maturidade cronológica falarem com a boca cheia que deve fazer isso, tem que agir assim, que deve cobrar do marido, esposa, filho e funcionários, que tem que ser justo. Confesso que só de ouvir já me da um pesar, imagine então ter que carregar todos os deveres!
Habitualmente a pessoa quando tem deveres nem existe a possibilidade de desprender se deles. Ou será que desprender-se poderia abrir uma maravilhosa porta para que o querer venha fazer parte da sua vida?
Caso você utilize muito o dever para definir o que irá fazer, sabe exatamente o que estou descrevendo e talvez você ainda não tenha se dado conta do quanto esses deveres lhe tiram a leveza para fazer o seu querer.
Que por mais incrível que possa parecer o simples fato de libertar-se do “tenho ou devo” e assumir a mesma atividade com o seu querer muda a forma que sua mente organiza e vive a experiência.
Quando você assume que quer ser justo de acordo com o que acredita que é bem diferente de “tenho que ser justo!”
A leveza de escolher como ser justo para com os seus valores fica mais simples, menos desgastante, pois é uma escolha e você é livre sempre para mudar quando desejar.
O fato de ser livre para mudar te faz responsável pelas escolhas e resultados, o que na vida traz mais liberdade e prazer.
Quando nosso padrão mental tem a liberdade como condutor ativamos a nossa criatividade, a flexibilidade e a segurança.
O preparo para lidar com uma situação quando se define que se quer e de comprometimento e flexibilidade, o que faz com que mesmo diante de grandes desafios exista motivação para seguir e persistir.
Agora o que muitas vezes intimida muitas pessoas em colocar o seu querer com naturalidade diante das escolhas é que quando queremos, estamos assumindo a responsabilidade de fazer o querer acontecer é, para isso, muito importante a entrega para comprometer-se com você mesmo.
Uma pessoa que quer algo, se envolve, vai a busca para concretizar tudo o que é valioso para sua realização ou de mais pessoas, tem um sentido de propósito presente no querer que, o torna sempre mais brilhante e leve do que o dever.
Vale ressaltar outro aspecto do dever que é a rigidez, quando essa determinante está tão presente fica a atitude de batalha que só o dever constrói e desgasta pessoas e, às vezes, relações.
Exemplo:
Devo ser uma boa mãe!
Devo ser boa esposa ou esposo!
Tenho que ser o melhor profissional!
Isso tenciona uma ação que em sua origem é de amor, então posso ser mais flexível e ter maturidade comigo.
Quero ser uma mãe amorosa e que, ao mesmo tempo, educa transmitindo valores e o poder de escolha para meu filho.
Quero ser uma esposa inteira e viver o amor pleno numa relação com meu esposo.
Quero ser um esposo que vive o amor com entrega e sinceridade, sendo feliz e permitindo que minha esposa seja feliz ao meu lado.
Quero ser um profissional que me realize aprimorando minha atuação a cada dia, sendo melhor hoje comparada a minha atuação de ontem.
Poder assumir sua própria realização e despir-se de deveres é assumir os seus quereres!

Marcia Dolores Resende